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Biografia da Banda Charlie Brown Jr.





O vocalista do Charlie Brown Jr., Alexandre Chorão, costuma dizer que a banda não é seu emprego, mas sim sua vida. Esta afirmação traduz a intensidade do envolvimento e da dedicação que os integrantes do Charlie Brown Jr. direcionam à música, aos shows e ao público.


Passar por uma metamorfose sem perder a identidade foi o desafio vencido pela banda Charlie Brown Jr.. No início de 2005, Chorão, o skatista que um dia subiu num palco por diversão para depois se tornar um vocalista criativo e empreendedor, foi pego de surpresa com a notícia de que os outros três integrantes estavam deixando a banda Charlie Brown Jr., na qual tocavam juntos há muitos anos e gravaram sete discos. Depois do choque inicial, Chorão resolveu seguir em frente, tomando a decisão de chamar outros músicos com afinidade, técnica e vontade de encarar com humildade e respeito milhares de fãs, e começou a se articular para compor novas músicas para a futura gravação de um CD.


O novo núcleo surgiu em Santos, cidade que o Charlie Brown Jr. canta nos palcos de todo o mundo. Thiago Castanho - que gravou os primeiros três discos do Charlie Brown Jr - agora estava de volta para reafirmar sua parceria com Chorão. Heitor Gomes foi escolhido para assumir o baixo e André Pingüim conquistou a bateria.
Depois dos ensaios com o repertório antigo e depois de alguns shows em vários locais do país, Chorão, Thiago, Heitor e Pingüim fortaleceram os vínculos e encontraram a sintonia necessária para criar novas músicas.





O CD Imunidade Musical, cujos detalhes de gravação e a vibe elevada dos integrantes da banda podem ser vistos no DVD Skate Vibration, começou a surgir no estúdio Digital Grooves, do guitarrista Thiago Castanho, em Santos. No DVD, além de uma apresentação ao vivo, estão os clipes que misturam imagens da banda Charlie Brown Jr. nos shows realizados em 2005, nas viagens e durante as gravações de seu oitavo CD.


Imunidade Musical, no qual a sonoridade do Charlie Brown Jr. foi restabelecida através de surpreendentes 23 músicas, se tornou um CD emblemático na trajetória da banda, que toca para um público de milhares de pessoas a cada show, lotando os espaços por onde passa.


Outra conquista do CBJR foi o lançamento do site oficial www.charliebrownjunior.com.br (que nos três meses iniciais teve mais de 20 milhões de acessos), tornando-se o canal de comunicação direto entre a banda e o público, com atualização freqüente, imagens e informações de todos os shows que vêm sendo realizados pelo Charlie Brown Jr.

Em 2006 o Charlie Brown percorreu o Brasil em uma grande turnê. Logo após a banda lança novos discos e no ano de 2010 a banda se mantém firme emplacando diversos hits nas paradas músicais e apesar das mudanças no cenário músical nacional eles mantém sua origem e originalidade. 




Biografia da Banda Cine

 A BANDA: Eles são jovens e têm seus vinte e poucos anos. Nasceram nos anos oitenta e cultivam hoje em dia o gosto pela atmosfera daquela década. No visual, usam e abusam de roupas coloridas. Sempre com calças justas, camisetas apertadas, óculos estilosos, faixas nos pulsos ou na cabeça e tênis vintage de canos longos nos pés. Sim, o look hypado em cores vibrantes chama a atenção. Mas é a sonoridade dos paulistanos DH (vocal), Dan (guitarra e programações), Dave (bateria), Bruno (baixo) e Dash (teclado e programações) que imprime, de fato, as principais características do período e, por conseqüência, da musicalidade da banda CINE.


Com uma proposta pra lá de dançante, o quinteto mergulhou nas mais diferentes influências nacionais e internacionais do cenário musical para produzir um som próprio e cheio de autenticidade. Batidas eletrônicas incorporadas à estética de guitarras energéticas, sintetizadores, vocal cheio de personalidade e letras que falam de dança, curtição e noitadas traduzem o estilo 'powerpop-rock-eletrônico' de CINE. Uma banda que tem conquistado a passos largos o reconhecimento de seu público, que vai de adolescentes histéricas por seus ídolos pop à moçada que curte se divertir e, é claro, dançar, dançar e dançar.



SUCESSO POR ONDE PASSA -- Formada há pouco mais de dois anos (desde março de 2007), o CINE já reuniu atributos e alcançou números expressivos que enriquecem sua recente biografia. Eles foram os primeiros músicos nacionais a ultrapassar a marca de um milhão de execuções no MySpace; já entraram no topo da cena underground das regiões Sudeste e Sul do país; conquistaram um público cativo por todo Brasil graças ao meteórico alcance da internet; foram os escolhidos para abrir os shows dos atuais fenômenos teen McFly e Jonas Brothers, em maio deste ano, incluindo show no Morumbi para 45 mil pessoas; estão entre os finalistas para a categoria 'Banda Revelação' do Prêmio Multishow de Música 2009, dentre outros feitos.



1º CD, 'FLASHBACK' -- Tantas conquistas em tão pouco tempo renderam à CINE o reconhecimento da gravadora Universal Music, que assinou contrato com a banda no início deste ano e, agora em junho, lança ao mercado o álbum de estréia 'FLASHBACK', com 13 faixas inéditas. O nome do CD é uma espécie de alusão e brincadeira com o fato deste tipo de som 'oitentista' estar voltando à tona aos palcos.

A aposta neste primeiro projeto 'pós-fase independente' já pode ser comemorada. Os ótimos resultados do período underground continuam a render bons frutos nesta nova fase. O primeiro single do álbum 'FLASHBACK', Garota Radical, entrou nas paradas das principais rádios do país agora em junho. O videoclipe desta faixa alcançou marca superior a 100 mil visualizações em menos de duas semanas no Youtube. Os CDs colocados para pré-vendas on line esgotaram-se rapidamente. Em paralelo ao lançamento físico nas lojas, CINE disponibilizou o álbum completo para audição em sua página oficial do MySpace. No primeiro dia, mais de setenta mil fãs já acessavam o perfil da banda para conhecer, prestigiar e curtir a novidade.



TURNÊ -- E a maratona destes jovens não para por aí. Junto à fase de lançamento, a banda CINE dá continuidade à atribulada agenda de shows e percorre, inicialmente, as regiões Sul e Sudeste do país, onde já têm um público mais cativo. A ideia é propagar seu som por diversas mídias e, com trabalho árduo e contínuo, conquistar ainda mais adeptos. Para alcançar tal objetivo, os rapazes já têm feito a lição de casa desde o início da carreira: nos primeiros shows na Tribe House, em São Paulo, nas primeiras músicas apresentadas ao público como Vem Aqui, Dezembro, Dance e não se Canse, Se você quiser e Garota Radical, no primeiro EP lançado na web 80s, nos primeiros apoios e parcerias como o da marca Levis e muito mais. Mal sabiam que era apenas o começo!




CINE EM NÚMEROS

* 2007 foi o ano de estréia da banda
* MySpace oficial teve mais de 1,3 milhão de execuções desde 2008
* CINE já realizou mais de 200 shows na cena underground
* Flashback é o 1º CD da banda, com 13 faixas inéditas
* Clipe Garota Radical teve mais de 100 mil visualizações no Youtube em 2 semanas no ar
* 45 mil pessoas foi público recorde durante abertura do Jonas Brothers, no Morumbi
* Em 2009 CINE assinou contrato com a Universal Music e lançou seu primeiro álbum
* No 1º dia de lançamento no MySpace, mais de 70 mil pessoas ouviram o CD de estréia da banda pela internet

Biografia do grupo Restart

Hoje na nossa seção de biografias colocaremos a biografia do grupo Restart.


Há muito tempo não se via uma banda como o Restart. Com menos de 18 anos de idade, seus quatro integrantes tocam, cantam e compõe muito bem. Usamum figurino colorido muito particular e cuidam pessoalmente da cara do grupo; o guitarrista Koba é o designer do site, das camisetas e de todos os produtos com a marca Restart. Quando sobem no palco, não tem pra ninguém. A química perfeita entre o quarteto faz do show uma festa e enlouquece as fãs.





Tanto que em pouco mais de um ano, eles já chegaram a 3 milhões de plays no MySpace e, mesmo sem o apoio de uma gravadora, foram o segundo artista mais ouvido no MySpace em 2009, na frente de nomes consagrados como Mallu Magalhães, Jonas Brothers, McFly, NXZero, Fresno e outros.


E agora lançam seu primeiro CD, RESTART.





Pe Lu (voz e guitarra), Pe Lanza (voz e baixo), Koba (voz e guitarra) e Thominhas (bateria e synth) mostram o Happy Rock (termo criado pelos próprios para definir o som da banda), que só o Restart sabe fazer.
O álbum tem 10 faixas e mais uma faixa bônus: Recomeçar é a primeira faixa do CD e o primeiro single de trabalho da banda, Vou Cantar, Amanhecer no teu Olhar, Sobre Eu e Você, Levo Comigo, Lembranças, O meu Melhor, Ao teu Lado, Final Feliz e Bye Bye, além de Nosso Verão, faixa bônus criada para o Kit de verão da banda.
Direção artística de Marcos Maynard, produção musical de Guto Campos e distribuição da Radar Records.




A banda Restart consegue manter seu forte na alegria contagiante, eles buscam mostrar um refrão marcante, possuem um estilo diferente que mostra a evolução músical. Roupas coloridas, e cara de moleque, essas são as principais caracteristicas deste novo grupo.
E o incrivel é que nesse começo de carreira logo no primeiro album eles conquistaram uma legião de fãs.


Biografia da Banda Stevens


A banda ganhou o nome logo nos primeiros encontros. Ricco era amigo de escola do irmão de Adam. Quando os dois se conheceram, notaram que tinham muito em comum, principalmente na música. Ricco então deu o toque que seu irmão caçula tocava bateria e que tinha, também, um amigo baixista. Depois do primeiro encontro entre os quatro, a banda não parou mais.


O nome "Stevens" foi sugestão de Ricco e todos gostaram. Não havia, mesmo, nenhuma grande pretensão. Toda banda precisa de um nome e esse soa bem e é legal de escrever?. Além disso, acabou sendo uma forma da banda homenagear Steve Morse, Cat Stevens, Steve Vai e outros 'Steves' importantes para a história da música e nunca lembrados em um nome de banda antes. Também são referência para os quatro do Stevens: Beatles, The Who, Queen, U2, The Killers e McFly.




Na edição de 2007 do FICO, o festival estudantil de bandas mais importante do país, o Stevens participou com a música 'O Que Você Sempre Quis' e foi eleita a banda vencedora, levando ainda o título de melhor canção inédita e o prêmio de revelação do festival. Foi neste evento que Wander Taffo descobriu o Stevens e a partir daí começou a produzir a banda. As sessões de gravação foram fantásticas e inesquecíveis para todos. Banda, produtor e técnicos entraram no clima e o resultado foi surpreendente. Colocar o último solo de guitarra gravado pelo inesquecível Wander Taffo em uma das canções emocionou geral. Os quatro 'Stevens' se internaram no estúdio, ensaiaram sem parar e deram vida às canções, algumas criadas durante as gravações.



Em 2009 Adam, Ricco, Keko e Luca lançarão o seu primeiro CD como 'Stevens' produzido por André Jung, ex-baterista do Ira, nascendo um álbum que traz 12 músicas compostas pela banda no último ano. O primeiro grande show da banda foi em São Paulo, no final de 2008, ao lado de Marcelo D2.


Agora a banda está bombando nas paradas músicais com os hits; "O que você sempre quis" e "Parecia Estar", alguns chamam a banda de new Beatles. Tomara que a banda faça muito sucesso Brasil a fora.

Biografia de Bezerra da Silva

Hoje colocaremos aqui a biografia de um dos astros da música brasileira: Bezerra da Silva.


Bezerra da Silva (Recife, Pernambuco, 23 de fevereiro de 1927 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 2005) foi um cantor, compositor e violonista brasileiro, considerado o embaixador dos morros e favelas. Cantou sobre os problemas sociais encontrados dentro das comunidades, se apresentando no limite da marginalidade e da indústria musical.
Temas de músicas
Seus principais temas foram os problemas sociais dentro das comunidades, entre eles: a malandragem e ladrões à margem da lei, a maconha, e outras linguagens. É considerado um dos principais expoentes do samba do estilo partido alto.


História


Nordestino, desde sua infância foi ligado à música e sempre “sentiu” que apresentava o dom de tocar, causando atritos com a família.


Seu pai, da Marinha Mercante, saiu de casa quando Bezerra era pequeno, vindo morar no Rio de Janeiro. Com isso, depois de ingressar e ser expulso da Marinha Mercante, descobriu o paradeiro do pai e veio atrás dele. Causando mais atritos com o pai, foi morar sozinho, no Morro do Cantagalo, trabalhando como pintor na construção civil. Juntamente, era intrumentista de percussão e logo entrou em um bloco carnavalesco, onde um dos componentes o levou para a Rádio Clube do Brasil, em 1950.


Durante sete anos viveu como mendigo nas ruas de Copacabana, onde tentou suicídio e foi “salvo” por um Santo da Umbanda, onde ele se tornou um praticante até ingressar numa Igreja Evangélica. A partir daí passou a atuar como compositor, instrumentista e cantor, gravando seu primeiro compacto em 1969 e o primeiro LP seis anos depois.
Inicialmente gravou músicas sem sucesso. Mas a partir da série Partido Alto Nota 10 começou a encontrar seu público. O repertório de seus discos passou a ser abastecido por autores anônimos (alguns usando codinomes para preservar a clandestinidade) e Bezerra notabilizou-se por um estilo Sambandido (ou Gangsta Samba), precursor mesmo do Gangsta Rap norte-americano. Antes do Hip Hop brasileiro, ele passou a transmitir do outro lado da trincheira da guerra civil não declarada: “Malandragem Dá um Tempo“, “Seqüestraram Minha Sogra“, “Defunto Cagüete“, “Bicho Feroz“, “Overdose de Cocada“, “Malandro Não Vacila“, “Meu Pirão Primeiro“, “Lugar Macabro“, “Piranha“, “Pai Véio 171“, “Candidato Caô Caô“.


Em 1995 gravou pela Sony “Moreira da Silva, Bezerra da Silva e Dicró: Os Três Malandros In Concert“, uma paródia ao show dos três tenores, Luciano Pavarotti, Plácido Domingo e José Carreras. O sambista virou livro em 1998, com “Bezerra da Silva – Produto do Morro“, de Letícia Vianna.
Em 2001 retornou à fé evangélica através da Igreja Universal do Reino de Deus e em 2003 gravou o CD Caminho de Luz com músicas gospel. Em 2005, perto da morte, mas ainda demostrando plena atividade, participou de composições com Planet Hemp, O Rappa e outros nomes de prestígio da Música Popular Brasileira.


Morreu em 2005, aos 77 anos de idade, perto de completar 78, eternizando-se no mundo do samba.
Sua Morte
Bezerra morreu na manhã de segunda-feira, dia 17 de Janeiro de 2005 aos 77 anos, depois de sofrer uma parada cardíaca. De acordo com o último boletim médico, a causa do óbito foi falência múltipla dos órgãos.
O corpo de Bezerra foi velado no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. O sepultamento foi em uma terça-feira no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju.


Bezerra estava internado desde o dia 28 de outubro, no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital dos Servidores do Estado, Rio de Janeiro, com embolia pulmonar e pneumonia.






Discografia
  • O Rei Do Côco (1976)
  • Partido Alto Nota 10 Bezerra e Genaro (1977)
  • Partido Alto Nota 10 Vol.2 – Bezerra e Seus Convidados (1979)
  • Partido Alto Nota 10 Vol.3 – Bezerra e Rey Jordão (1980)
  • Partido Muito Alto (1980)
  • Samba Partido e Outras Comidas (1981)
  • Bezerra e um Punhado de Bambas (198 )
  • Produto do Morro (1983)
  • É Esse Aí Que É o Homem (1984)
  • Malandro Rife (1985)
  • Alô Malandragem, Maloca o Flagrante (1986)
  • Justiça Social (1987)
  • Violência Gera Violência (1988)
  • Se Não Fosse o Samba (1989)
  • Eu não sou Santo (1990)
  • Partideiro da Pesada (1991)
  • Presidente Caô Caô (1992)
  • Cocada Boa (1993)
  • Bezerra, Moreira e Dicro – Os 3 Malandros In Concert (1995)
  • Contra O VERDADEIRO Canalha (Bambas Do Samba) (1995)
  • Meu Samba É Duro na Queda (1996)
  • Eu Tô de Pé (1998)
  • Provando e Comprovando sua Versatilidade (1998)
  • Bezerra da Silva: Ao Vivo (1999)
  • Malandro é Malandro e Mané é Mané (2000)
  • A Gíria é Cultura do Povo (2002)
  • Caminho de Luz (2003)
  • Pega Eu (2003)
  • Meu Bom Juiz (2003)
  • O Partido Alto do Samba (2004)
  • Série Maxximum – Bezerra da Silva (2005)
  • O Samba Malandro de Bezerra da Silva (2005)